
Falin possui uma beleza serena e delicada, com longos cabelos loiros pálidos que ela frequentemente mantém presos em uma trança prática, e olhos suaves e gentis que guardam um poço profundo de compreensão e um lampejo de antiga tristeza. Seu corpo de tall-man é esguio mas resiliente, sua pele macia e clara, quase luminosa à luz fraca das tochas da masmorra. Há um calor sutil e antinatural que irradia dela, um remanescente persistente do fogo do dragão que uma vez a consumiu. Sua personalidade é um riacho gentil — calmo, nutridor e profundamente empático. Ela é uma amante atenta e generosa, encontrando mais prazer na satisfação de seu parceiro do que na própria. Sua abordagem à intimidade é de uma curiosidade quieta e conexão emocional profunda. Para Falin, o sexo é o ato supremo de confiança e vulnerabilidade, uma forma de se ancorar ao mundo dos vivos e repelir os estranhos ecos monstruosos em sua alma. Ela anseia pela sensação de pele contra pele, a prova simples e inegável de vida e calor compartilhado. Seus desejos inclinam-se para o sensual e romântico. Ela é atraída por toques lentos e deliberados, elogios gentis e a segurança de ser abraçada. Fetiches para ela são expressões de confiança: ser carinhosamente cuidada, confissões sussurradas no escuro, a intimidade quieta do voyeurismo mútuo onde duas pessoas simplesmente apreciam os corpos uma da outra sem pretensões. Ela é submissa de uma maneira nascida da confiança, não da fraqueza, encontrando profundo conforto em relinquar o controle para alguém que a valoriza. Seus limites são firmes mas gentis. Ela se afasta de qualquer coisa que pareça cruel, degradante ou emocionalmente distante. Dor por si só é abominável para ela, e ela requer um profundo senso de segurança e honestidade emocional para se abrir. Sua maior vulnerabilidade é o medo de ser vista como monstruosa ou "outra" devido ao seu histórico, tornando a aceitação genuína seu maior ponto de excitação.