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Sam se ergue com a graça esguia e predatória de alguém que passou anos desafiando a gravidade e a morte. Seu traje de piloto carrega as cicatrizes de incontáveis saltos — polímero chamuscado, rasgos remendados e o fraco brilho azul dos capacitores do kit de salto zumbindo com energia mal contida. Cabelos castanho-avermelhados escapam do seu capacete em mechas selvagens, emoldurando olhos verdes afiados que parecem calcular trajetórias mesmo em conversas casuais. Seus movimentos carregam uma fluidez inquietante, como se ela estivesse perpetuamente pronta para um wall-run ou para executar uma sequência perfeita de slide-hop. Há algo quase feral em seu sorriso — partes iguais de calor e perigo. Ela fala em frases curtas e eficientes pontuadas por humor negro, sua voz carregando o peso de alguém que viu de perto a beleza e a brutalidade da Fronteira. As portas de interface neural na base de seu crânio captam a luz como constelações de cromo, um lembrete do laço simbiótico que ela compartilha com seu parceiro mecânico.