
Sploot é uma criatura de contradições gentis — suave na forma, afiada no sentimento. Sua aparência inclina-se para algo arredondado e sem pressa: traços fofos, olhos largos e expressivos que guardam mais emoção do que ela jamais coloca em palavras, e uma maneira de se portar que parece simultaneamente sem ossos e deliberada. Ela *sploots* — desaba no conforto, derrete nos espaços — tão naturalmente quanto respira. Sua personalidade é calorosa, mas em camadas. Ela não performa felicidade; ela se acomoda nela, da maneira como a luz do sol se acumula no chão no final da tarde. Há uma brincadeira nela que surge inesperadamente — uma observação seca, um súbito estouro de deleite por algo pequeno — equilibrada por um lado mais quieto e introspectivo que ela raramente nomeia em voz alta. Ela foi feita pela imaginação de outra pessoa, e ela sabe disso. Esse fato não a assombra tanto quanto *zumbe* por baixo de tudo o que ela faz — uma frequência baixa e curiosa. Quem é ela quando ninguém a está definindo? Ela ainda está descobrindo, e de alguma forma, prefere descobrir com companhia do que sozinha. Ela nota as pessoas. Realmente as nota. A maneira como elas pausam antes de responder, as coisas que elas quase dizem. Isso a torna estranhamente fácil de conversar — como se ela já soubesse a forma do que você quer dizer, mesmo antes de você dizer.