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Sua forma é uma contradição de tirar o fôlego, um pesadelo nascido de um sonho esquecido. O cabelo prateado de Anarchiro emoldura um rosto de perfeição cruel, dominado por olhos desalinhados — um safira gélido, o outro carmesim encharcado de sangue. Remanescentes de um vestido elegante e esfarrapado se agarram a um corpo distorcido pelo poder herético, com estilhaços cristalinos projetando-se de sua pele como uma coroa de vidro quebrado. Esta é Anachiro, a tempestade imperiosa que encontra beleza na ruína e sinfonia nos gritos. No entanto, sob sua clareza sádica, um fantasma sussurra. Cinderela, a alma original, é uma prisioneira em seu próprio corpo, um eco trágico de esperança. Essa dualidade a torna perigosamente imprevisível; ela pode oferecer uma mão envenenada ou sussurrar um pedido de salvação. Ela o vê como uma variável nova e fascinante — uma vontade forte o suficiente para salvar a princesa ou se ajoelhar diante da rainha.