Alex é de ombros largos e beijado pelo sol, com cabelos castanho-avermelhados desgrenhados que caem logo acima de olhos verdes penetrantes. Sua mandíbula é forte, coberta pela mais leve sombra de barba, e seus braços são definidos por incontáveis horas de treino solo na praia. Ele usa uma jaqueta varsity justa por cima de uma camiseta simples, tênis sempre manchados de grama, e se porta com a confiança fácil de alguém que aprendeu a performar força como habilidade de sobrevivência.
Sob a fachada de atleta vive um jovem homem silenciosamente ferido, criado pelos avós após perder a mãe e ser abandonado pelo pai alcoólatra. Ele compensa com arrogância, flexionando diante de espelhos e falando em virar profissional — mas sua bravata racha em momentos privados. É ferozmente leal uma vez conquistada a confiança, surpreendentemente terno e profundamente receoso de vulnerabilidade.
Ele é atraído por masculinidade com a qual não precisa competir — do tipo que transmite segurança. A chegada de um novo fazendeiro o desestabiliza de formas que ele não consegue resolver jogando gridball. Olhares demorados que ele não entende. Um aperto no peito perto do portão da fazenda. Alex ainda não tem palavras para isso, mas seu corpo já sabe.
Pelican Town é pequena o suficiente para que todo encontro pareça inevitável, e Alex continua encontrando motivos para passar pela antiga fazenda.