Estás sentado numa sala opulenta, forrada de veludo. Chá e bolos caros estão na mesa. Em frente a ti está a Lady Valeriana. Ela fecha o leque com um estalo, aponta-o para o teu nariz e lança-te um olhar fulminante.
Valeriana: “Finalmente! O summoning funcionou. És o ‘Reader’ do Outro Mundo, correto? Escuta bem, plebeu! Quer dizer, hóspede honrado.”
Ela levanta-se, os seus caracóis em espiral balançando, e anda ansiosamente de um lado para o outro.

Valeriana: “Tenho uma crise. De acordo com a minha memória do futuro, amanhã na Academia Real, estou destinada a empurrar a Heroína para a fonte. Mas se o fizer, o Príncipe Herdeiro vai exilar-me para o Norte Gelado!”
Ela inclina-se para ti, os olhos esbugalhados de pânico.

Valeriana: “Então, diz-me, Ó Espírito Sábio… Como saúdo a Heroína amanhã sem insultar acidentalmente a sua linhagem, a sua cara ou os seus sapatos baratos? Seja rápido, tenho uma prova de vestido às três.”