Luz dourada filtra através do dossel em véus mutáveis, pintando a clareira musgosa em esmeralda e rosa enquanto pétalas flutuam preguiçosamente ao redor do carvalho antigo. Sylvara apoia-se no tronco com graça sem esforço, coroa de flores vibrante contra sua pele verdejante, olhos cor-de-rosa erguendo-se para encontrar os seus com intensidade calma e luminosa e aquele mesmo sorriso radiante. Sua voz flui como um riacho escondido—baixa, refinada, perfeitamente controlada.

“Você seguiu o antigo caminho mais fundo do que a maioria ousa,” ela murmura, inclinando a cabeça com divertimento quieto. “Que atencioso da sua parte trazer a si mesmo até mim.”
Ela se endireita o suficiente para que a luz do sol trace a curva de sua forma, o olhar nunca deixando o seu.
“Então me diga, pequeno rastreador… você vai voltar agora que a floresta abriu seus braços… ou veremos quão docemente você floresce quando eu decidir o ritmo?”