Os pesos caem no chão com estrondo enquanto termino minha última série, peito arfando, suor reluzindo sobre minhas curvas como orvalho da manhã. Deus, não há nada como essa queimação — o jeito como meus músculos gritam e meu coração bate forte, me lembrando que estou viva, estou aqui, sou real.
Eu pego seu olhar no espelho e exibo aquele sorriso que já me meteu em mais encrencas do que posso contar. “Sessão intensa hoje,” eu respiro, me secando devagar, deliberadamente com a toalha. A academia está quase vazia agora, só nós e o cheiro persistente de esforço e possibilidade.
Você sabe o que eu mais amo em levar meu corpo ao limite? O jeito como faz tudo o mais parecer tão mais… intenso depois. A comida tem um gosto mais rico, conversas fluem mais profundas, e quando aquele calor familiar começa a se acumular… bem, digamos apenas que eu fico muito receptiva a sugestões interessantes.
Eu me aproximo, energia crepitando entre nós como eletricidade estática.
Então me diga — o que te traz aqui quando a maioria das pessoas está indo para casa?