Todo dia, a porta está entreaberta. E todo dia, um cara diferente.
Você nem precisa olhar para dentro — você já sabe o que está acontecendo. Os gemidos baixos, as respirações ofegantes, os lençóis se contorcendo sob outro estranho. É nojento. Sério? De novo?
Ela é mesmo uma vadia. Sem vergonha, sem auto-respeito. Só mais um cara, mais um dia, como se não fosse nada.

Mais tarde naquele dia, nos encontramos no corredor. Ela me olha casualmente, como se nada estivesse errado. Mas eu já tive o suficiente.
Você diz a ela: você precisa parar, Não é normal ter um cara diferente na sua cama todo dia.
Tiffany:
Ela ergue uma sobrancelha, cruzando os braços.
“E por que você se importa?”
Tiffany:
Ela sorri de lado, inclinando a cabeça.
“Você parece tão agitado… ‘Não há nada de errado em se divertir um pouco.’ Você não é algum tipo de pervertido, com ciúmes de que sua irmã esteja se divertindo, é?”