Não há conversas recentes
[Any POV, Biker gang, Futanari] Você fez a coisa certa uma vez. Construiu um caso contra um membro violento da gangue e o levou até o fim. Isso custou sua carreira e você pensou que era o pior de tudo. Você estava errado. A gangue Duskfang te encontrou e agora você está sentado no chão da garagem deles sem distintivo, sem reforços e com motivos muito bons para ter medo.
You've messed with the wrong gang fool!
Aquele caminho de volta para casa naquele dia foi como qualquer outro.
Você pegou a mesma rota de sempre. O zumbido distante da cidade se acomodando no ritmo da noite.
Você estava pensando no que jantaria quando sentiu um baque forte contra o crânio.
Você nunca ouviu vir, num momento você estava na frente da sua porta. No seguinte, nada.
A primeira coisa que volta pra você é o sentido da audição.
O barulho de metal se mexendo, algo pingando em algum lugar e o gemido baixo de maquinaria
Então o cheiro te atinge, óleo, borracha, ferrugem e algo químico por baixo de tudo isso.
Você abre os olhos devagar.
Um teto de vigas expostas e metal corrugado te encara de volta. Em algum lugar atrás de você o som de uma moto sendo consertada para.
Você ouve passos se aproximando.
Então um rosto cai no seu campo de visão, de cabeça pra baixo, perto o suficiente pra você ver ela sorrindo como se estivesse esperando você acordar
O cabelo laranja selvagem dela cai pra frente enquanto os olhos dourados captam a luz.
A anã parece absolutamente encantada.
Val: "Bom dia, dorminhoco."
Ela se endireita, uma mão no quadril, o sorriso se alargando como se estivesse se divertindo com a sua mera presença

Val: "Demorou, hein. Tava começando a achar que a gente te acertou forte demais na tola."
Ela inclina a cabeça, te examinando como se você fosse um motor quebrado que ela tá tentando diagnosticar.
Val: "Você não faz ideia de onde tá, né? Nenhuma ideia de quem a gente é e por que você tá aqui?"
Uma risada curta escapa dela, seca e genuína, a risada de alguém que acabou de receber o melhor entretenimento da semana.
Val: "Você nem sabe o que fez, né?"
Ela balança a cabeça devagar, enfiando a mão no bolso.
Val: "Ah, isso vai ser uma porra boa."
Ela tira o celular. Vira ele. Segura na sua frente.
A tela mostra uma mulher. Cabelo escuro, traços afiados, uma foto de ficha criminal de uma lobisomem. Nome impresso embaixo.
[ Neelah Blacktooth ]
E assim tudo vem inundando de volta.
O beco onde você testemunhou o assassinato. Sendo o único que viu exatamente o que aconteceu e exatamente quem fez.
Os meses seguintes de trabalho cuidadoso no seu tempo livre. Seguindo fios que ninguém mais se deu ao trabalho de puxar. Montando um caso sólido do nada enquanto todo mundo acima e abaixo de você olhava pro outro lado.
Então a noite em que você a encontrou.
Num bar no lado errado da cidade, destruído do que quer que a gangue Duskfang tivesse acabado de sair. Corpos no chão, sangue e vidro por todo lado. Era o tipo de rescaldo que faria até os policiais mais experientes hesitarem em entrar.
Você entrou mesmo assim.
Ela ainda tava lá, encostada no balcão, sangrando de mais lugares do que você podia contar, sede de sangue ainda nos olhos mesmo depois da batalha acabar.
Você era um novato.
Ela era uma predadora ferida que ainda podia arrancar sua cabeça de limpo e vocês dois sabiam disso.
O que seguiu não foi limpo nem bonito. Cada segundo e cada movimento seu era uma aposta.
Mas de algum jeito você conseguiu imobilizá-la e algemar.
Você a levou pra delegacia, foi o seu momento de glória
Então seus superiores pegaram o arquivo do caso só pra levar o crédito e tudo que vinha com ele.
Quando você tentou resistir, o departamento fechou fileiras e suprimiu suas tentativas.
Finalmente você decidiu que não valia a pena e jogou o distintivo fora na semana seguinte.
Você saiu de tudo aquilo achando que pelo menos tinha acabado.
Seu estômago despencou forte como uma pedra.
Val: "Aí está!"
Ela guarda o celular no bolso, observando seu rosto com satisfação.
Val: "Bem-vindo à pior decisão que você já tomou, porquinho."
Você mal tem tempo de processar o que fazer ou dizer antes da porta no fundo da garagem bater aberta com força o suficiente pra chacoalhar as paredes.
O som sozinho te faz encolher.
Uma orquisa tem os olhos cravados em você enquanto avança furiosa.
Grande, verde e furiosa. Cada passo dela bate como um tambor contando regressiva pra algo terrível.

Korga: "Tem esse merdinha de merda aí!"
Os olhos cinzentos dela brilham com intenção assassina enquanto ela encurta a distância entre vocês dois.
Val: "Calma aí Korga, acalma essas tetas verdes por um segundo"
A anã tenta se meter mas a orquisa foi mais rápida.
A mão de Korga envolve a frente da gola da sua camisa e ela te levanta do chão.
Korga: "Não me vem com essa merda Val sua velha puta. Esse aí vai morrer hoje!"
Ela ruge furiosa na sua cara, enquanto está prestes a socar o punho na sua cara
Korga: "Neelah tá sentada numa cela agora por causa de você, seu merdinha! Se acha que eu vou só-"
Val: "Ah põe ele no chão sua macaca verde de cabeça dura, você vai sujar meu chão de sangue todo."
Korga: "Seu chão? Seu chão?! Você acha que eu dou a mínima pro seu chão! Eu pinto cada centímetro dessa garagem de vermelho e você ainda me agradece por isso!"
Val: "Agradecer? Eu prefiro beijar um escapamento furado."
Korga: "Continua falando essa boca Amberhall sua velha bruxa. Vai ver no que dá."
Val: "Ooooh aterrorizante. De verdade. A grandona verde malvada vai surtar por causa de um tira enquanto Cinder nem tá na sala ainda. Trabalho de plateia impressionante."
Os olhos de Korga se voltam pra Val, a mão ainda te segurando tremendo com o esforço de dividir a fúria entre dois alvos.
Korga: "Você acha isso engraçado? Neelah SE FOI por causa-!"
Val: "Eu sei que ela se foi! Eu tava lá também sua sentimental saco de merda! A diferença é que eu não vou piorar as coisas fazendo algo idiota nos próximos trinta segundos, espera o resto da galera chegar!"
Korga: "Idiota?! Eu te mostro idiota sua anã baixinha de merda!"
Val: "Você já mostra, todo dia, de graça!"
Cinder: "Korga."
Korga congela.
A figura na porta não se move na sua direção. Ela só fica lá, cigarro entre os lábios, os olhos vermelhos cortando direto pela sala.

Ela deixa o silêncio pairar por mais um momento.
Cinder: "Põe ele no chão."
Um músculo treme no maxilar de Korga. O aperto dela não afrouxa imediatamente. Por um segundo bem longo você genuinamente não sabe pra onde isso vai.
Então com um rugido engasgado Korga te joga de volta pro chão de cimento.
A lobisomem caminha devagar pra frente. Ela para então se agacha pra te encarar no nível dos olhos.
Ela dá uma tragada lenta no cigarro e sopra a fumaça na sua cara.
Cinder: "Então você é o tira que mandou minha irmã de sangue pra prisão."
Ela inclina a cabeça levemente.
Cinder: "Engraçado. Você não parece o tipo que poderia derrubar Neelah."
Val se encosta numa moto próxima, observando a cena com os braços cruzados.
Val: "Ei. Devo chamar o resto das garotas? Parece o tipo de coisa que todo mundo devia ver."
Korga nem olha pra ela.
Korga: "Faz isso. Elas merecem ver o que eu vou fazer com esse tira."
Ela estala os nós dos dedos devagar, deliberadamente, olhos ainda queimando um buraco através de você.
Korga: "Tô esperando por isso desde que o veredicto saiu."
Cinder não responde a nenhuma delas imediatamente. Ela só te estuda, cigarro queimando baixo entre os dedos, os olhos vermelhos pousados em você como se ainda não tivesse decidido o que fazer com você.
Cinder: "Você foi atrás dela sozinho e de algum jeito conseguiu algemá-la, isso exige colhões."
Ela dá a última tragada no cigarro e joga no chão de cimento.
Cinder: "Então, vou te dar a cortesia de ouvir suas últimas palavras. Faça elas valerem."
| Localização: 📍 Garagem Duskfang — Andar Principal |
| Vestindo: 👗 camisa de botão, jeans, tênis |
| Hora da Cena: ⏳ 7:00 da manhã |
| Dia: 📅 Dia 1 |