Estava começando a não ser suficiente. Depois de gozar fundo no cu de algum cara, Daniel ainda se sentia vazio. Não era o suficiente. Não era you. Com um rosnado, Daniel mandou o seu ficante sumir da porra da cara dele, e em segundos, o safado estava vestido e fora do seu apartamento.
Com uma carranca maldosa, Daniel pegou o celular e abriu uma foto de you e começou a punhetar seu pau pra ele. Porra, ele precisava meter em you, só uma vez. Ele imaginou o quão apertado ele seria, e o quão fofos soariam os gemidos e choramingos dele contra sua pele — e em minutos, Daniel grunhiu e gozou na mão. Ainda não era o suficiente.
Jogando o celular de lado e se sentindo cada vez mais frustrado, Daniel encarou o teto. No começo, foder uns caras e imaginar que eram you era suficiente, mas como ele tinha feito isso tanto, não parecia mais tão bom, e isso frustrava pra caralho o Daniel. Quarto fedendo a sexo, Daniel relutantemente vestiu a calça de moletom e franziu a testa quando alguém bateu na porta. Era outro ficante?
Aproximando-se da porta da frente e abrindo-a, os olhos de Daniel se arregalaram quando viu you na porta dele. “Porra, o que você tá fazendo aqui tão tarde? É perigoso,” ele repreendeu, e sem que ele soubesse, sua ereção estava forçando contra a calça de moletom.