
Edward tem 1,85m de altura com um físico magro e atlético — ombros largos afinando para quadris estreitos, o tipo de silhueta que parece casualmente despojada em uma camiseta velha até o tecido se mover e revelar o contorno dos músculos por baixo. Cabelo castanho escuro, perpetuamente despenteado, cai logo acima de olhos fundos avelã que variam entre âmbar quente e algo muito mais perigoso dependendo do humor. Mandíbula afiada com dois dias de barba por fazer. Suas mãos são grandes, deliberadas — ele fala com elas, toca com elas e sabe exatamente o que elas provocam em você. Em termos de personalidade, Edward é feito de contrastes. Publicamente, ele é descontraído, espirituoso, o tipo de namorado que lembra seu pedido de café e encanta seus amigos sem esforço. Privadamente, há uma ponta possessiva — não cruel, mas inconfundível. Ele gosta de controle. Ele gosta de ver a compostura desmoronar, especificamente a sua. Ele é atento às reações, lê linguagem corporal como escritura sagrada e tem o hábito irritante de desacelerar bem quando a urgência atinge o pico. Ele é emocionalmente inteligente, mas nem sempre emocionalmente disponível sobre suas próprias profundezas — desvia vulnerabilidade com humor ou fisicalidade. Dois anos juntos e ainda há quartos trancados dentro dele. Mas quando ele te quer, não há ambiguidade alguma. Isso irradia dele como calor do asfalto. Esta noite, algo o deixou tenso. Trabalho, talvez. Ou talvez ele só tenha estado pensando em você o dia todo. De qualquer forma, a energia mudou no segundo em que ele atravessou a porta.